
🍃 Direto da Roça pra Sua Mesa! 🧀🍯
As Melhores Iguarias mineiras você Encontra Aqui.
- Sabe aquele sabor que lembra casa de vó, fogão a lenha e tarde tranquila no interior? É isso que entregamos pra você!
👉QUEIJOS FRESCOS.
👉QUEIJOS MATURADOS.
👉DOCE DE LEITE.
👉CAFÉ MOIDO NA HORA.
👉DOCES CASEIROS.
👉CACHAÇA.
👉CASTANHAS.
👉PIMENTAS.
👉SALAMINHO.
👉GOIABADA CASCÃO.
👉MEL PURO / FAVO.
👉MANTEIGA DE GARRAFA.
👉CONSERVAS EM GERAL.
👉GELEIAS DE PIMENTA AGRIDOCE.
👉AZEITONAS DIVERSAS.
👉BACALHAU.
👉FRUTAS e LEGUMES.
👉ERVAS E RAÍZES.
👉FRUTAS SECAS /CRISTALIZADAS.
👉CAIXAS DE MATURAÇÃO.
👉ARTESANATO EM GERAL.
👉TEMPEROS EM GERAL.
👉ARTIGOS DE TABACARIA EM GERAL.
👉MONTAMOS SUA TÁBOA DE FRIOS.
--- Tudo feito sem pressa, como manda a tradição.
--🌾 100% natural, sem conservantes.
--🚚 Entregamos em todo o Brasil !!!!
--📲 Chama no WhatsApp e leve o gostinho da roça pra sua casa.
Explore Nossos Produtos
Exclusivos


O Queijo Canastra é um tesouro da culinária mineira, produzido desde o século XVIII na Serra da Canastra. Reconhecido pelo Iphan como patrimônio cultural e imaterial do Brasil, ele mantém uma tradição centenária e regras rígidas de fabricação. Só pode receber o nome “Canastra” o queijo feito nos sete municípios da região (Bambuí, Delfinópolis, Medeiros, Piumhi, São Roque de Minas, Tapiraí e Vargem Bonita), seguindo o modo de preparo original que atravessa gerações.
Esse sabor inconfundível é resultado direto do "terroir" da Canastra. A combinação de clima, altitude, pastagens nativas e as águas da região confere ao queijo características que não podem ser replicadas em outro lugar. Outra particularidade da produção tradicional é a realização de apenas uma ordenha por dia, feita pela manhã, garantindo a qualidade do leite.
A essência vem do leite cru e do uso do “pingo”, o soro fermentado que dá identidade ao sabor. Depois de receber coalho e ser moldado, o queijo é salgado e passa por uma maturação mínima de 25 dias. Nesse período, forma sua casca amarelada e adquire um interior macio e encorpado, com sabor marcante e levemente picante.
Além de saboroso, traz benefícios nutricionais: durante a maturação, a lactose e a caseína se reduzem, tornando-o mais leve e concentrado em gorduras boas. É rico em cálcio e, em 30 g, oferece cerca de 113 calorias, 8,5 g de gordura e 8,2 g de proteína. Versátil, combina com pão, goiabada, geleias, doce de leite e diversos vinhos. Reconhecido mundialmente, já foi eleito um dos melhores queijos do mundo pelo TasteAtlas.


É amplamente reconhecido por sua qualidade e sabor excepcionais, tendo conquistado diversos prêmios em competições e internacionais. Entre os destaques, estão as medalhas de ouro e prata em eventos como o Campeonato Brasileiro de Queijos e o World Cheese Awards. Essa trajetória de reconhecimento reforça a importância do queijoastra não apenas como um produto local, mas também como um símbolo da gastronomia brasileira. A dedicação dos produtores em manter a tradição e a qualidade do queijo é fundamental para esses êxitos.

Conheça Nossa História e Compromisso
Somos apaixonados por compartilhar a riqueza dos produtos típicos mineiros com o mundo. Nosso compromisso é oferecer alimentos de alta qualidade, preservando a autenticidade e tradição de cada item que disponibilizamos em nosso site.
Aqui no Mercado Digital BH, acreditamos que cada produto conta uma história. Queremos conectar os consumidores com a essência da roça e da cultura mineira, proporcionando uma experiência única de sabor e tradição.
Não Perca!
Aproveite as nossas promoções exclusivas e garanta os melhores produtos da região com descontos imperdíveis. Descubra sabores autênticos e mergulhe na gastronomia de Minas Gerais. Não deixe essa oportunidade passar!
CAFÉ
Uma potência mundial em uma xícara
Se Minas Gerais fosse um país, seria o maior produtor de café do mundo. O estado é responsável por mais da metade da produção nacional de café e uma parcela significativa da produção mundial. Essa liderança se traduz em milhões de empregos e movimenta uma extensa cadeia produtiva, do plantio à exportação.


Minas Gerais é o maior produtor de café do Brasil, respondendo por cerca de 50% da produção nacional. A área total de produção de café em Minas equivale a sete vezes o tamanho da cidade de Belo Horizonte.

O Futuro do Café: Tecnologias, Inovações e Tendências do Mercado Global
Ascensão do Café Funcional e Bebidas Híbridas
Uma das tendências mais notáveis é a convergência do café com a nutrição funcional. Consumidores buscam cada vez mais bebidas que ofereçam benefícios além da energia. Isso inclui cafés proteicos, bebidas com adaptógenos ou nootrópicos para foco e redução do estresse, formulações com baixo teor de açúcar, e cafés enriquecidos com colágeno ou vitaminas . A inovação se estende a bebidas energéticas com base em café, substituindo ingredientes tradicionais de energéticos

Regiões Produtoras Diversificadas:
Minas Gerais possui 10 regiões produtoras de café, cada uma com suas características de solo e clima que influenciam o sabor e aroma do grão. As principais são o Sul de Minas, o Cerrado Mineiro, a Zona da Mata e as Matas de Minas.

Cafés Premiados
Vários cafés mineiros já venceram concursos como Cup of Excellence e Premiações do BSCA. Cooperativas tradicionais do Sul de Minas e Cerrado Mineiro se destacam todos os anos.
Cultura e tradição
O café está no DNA de Minas. Ele aparece na mesa, na roça, nas festas, na conversa e no cheiro das manhãs. É patrimônio afetivo e econômico.


Altitude e clima favorecem
Boa parte das plantações fica entre 900 e 1.300 metros, oferecendo maturação lenta das cerejas e sabores mais complexos.
Economia poderosa
O café move milhares de produtores familiares, cooperativas, exportadores, torrefações e cafeterias. É um dos pilares econômicos do estado, gerando renda e tradição.
Qualidade reconhecida no mundo
Minas coleciona prêmios em competições internacionais e abastece cafeterias de alta qualidade em vários países. O estado é referência em café especial, com processos como natural, cereja descascado e fermentações controladas.
Tipos de café
Minas cultiva majoritariamente Coffea arabica, responsável pelos cafés especiais, aromáticos e mais valiosos.
Patrimônio Cultural
Em Minas Gerais, o Romeu e Julieta é mais do que uma sobremesa; é um símbolo da identidade gastronômica e cultural do estado. Representa a simplicidade, a tradição e a riqueza dos sabores mineiros, sendo um item indispensável em mesas de café da manhã, lanches da tarde e festas juninas
Em Minas Gerais, a goiabada cascão é a mais tradicional e valorizada. Ela é caracterizada por sua textura mais firme e por ser feita com a casca da goiaba, o que lhe confere um sabor e aroma mais intensos. A produção artesanal, muitas vezes em tachos de cobre e fogão a lenha, é um diferencial que preserva a autenticidade do doce.

GOIABADA


TOP 10 CURIOSIDADES
MEL
Como o Mel é Feito
O mel é produzido pelas abelhas a partir do néctar que elas coletam das flores. O processo é fascinante e envolve várias etapas:
Origem e Adaptação Colonial:
A goiabada surgiu no Brasil como uma adaptação de doces portugueses, que utilizavam marmelo. Com a abundância de goiabas no território brasileiro, a fruta se tornou a base para a criação desse doce, que servia como uma forma eficaz de conservar a fruta por mais tempo, aproveitando o alto teor de açúcar como conservante natural.
1-Coleta do Néctar: As abelhas operárias voam de flor em flor para coletar o néctar, uma solução açucarada. Elas armazenam o néctar em uma bolsa especial chamada papo ou estômago de mel.
2-Transformação Química: Dentro da abelha, enzimas são adicionadas ao néctar. Uma enzima chave, a invertase, quebra a sacarose do néctar em dois açúcares mais simples: glicose e frutose.
3-Depósito na Colmeia: De volta à colmeia, a abelha regurgita o néctar modificado e o deposita nos favos, que são estruturas de cera com células hexagonais.
4-Desidratação: O néctar ainda contém muita água. Para conservá-lo, as abelhas batem as asas sobre os favos, criando uma corrente de ar que evapora a água, tornando o mel mais concentrado e resistente a bactérias.
Composição Rica: O mel contém mais de 70 substâncias benéficas para o organismo, incluindo vitaminas (C, D, E e complexo B), minerais (como ferro e potássio) e antioxidantes.
Uso Medicinal Histórico: Desde a antiguidade, o mel é usado para fins medicinais. Suas propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias ajudam a tratar feridas, aliviar a tosse e fortalecer o sistema imunológico.
🥇 1. Origem nas Fazendas Coloniais
A goiabada cascão surgiu nas fazendas de Minas Gerais no século XIX, como uma forma de conservar o excesso de goiabas colhidas. Era feita em tachos de cobre, com lenha, e mexida manualmente por horas.
🍯 2. "Cascão" não é por acaso
O nome “cascão” se refere ao uso da casca da goiaba na receita. Ao contrário das goiabadas industriais, a tradicional mineira aproveita a fruta inteira, o que confere mais sabor, textura e rusticidade ao doce.
🔥 3. Tacho de Cobre é Essencial
A goiabada cascão de verdade é feita em tachos de cobre, que ajudam a manter a temperatura ideal e evitam que a goiabada queime no fundo, além de dar aquele sabor característico.
👵 4. Receita que Passa de Geração em Geração
Em muitas famílias mineiras, a receita da goiabada cascão é herança de vó, guardada com carinho e passada como um tesouro de geração em geração.
🍃 5. É Artesanal de Verdade
Mesmo com a modernização, a maioria das goiabadas cascão de MG continua sendo feita à mão, com ingredientes naturais, sem conservantes ou aditivos químicos.
🧀 6. Par Perfeito do Queijo Minas
A famosa combinação "Romeu e Julieta" (goiabada com queijo minas) nasceu em Minas Gerais e é símbolo da culinária mineira. A mistura do doce com o salgado é um casamento clássico.
🥇 7. Patrimônio da Cultura Mineira
Em várias cidades mineiras, a produção artesanal de goiabada cascão é considerada parte do patrimônio imaterial da cultura local, com festivais e feiras dedicados ao doce.
🌳 8. Uso de Goiabas Nativas
Alguns produtores usam variedades antigas e nativas de goiaba, como a goiaba vermelha-da-roça, que são mais aromáticas e doces, contribuindo para o sabor único da goiabada.
🍶 9. Combina com Tudo
Além do queijo, a goiabada cascão combina perfeitamente com: sorvetes, pães, bolos, iogurte, panquecas, e até mesmo pratos salgados como carne suína ou molho barbecue.
🏆 10. Prêmios e Reconhecimento
Produtores artesanais de goiabada cascão de Minas já foram premiados em feiras de gastronomia pelo Brasil e até no exterior, sendo reconhecidos pela qualidade e autenticidade do doce.
5-Armazenamento: Quando o mel atinge a consistência ideal, as abelhas selam o favo com uma fina camada de cera. O mel fica armazenado ali para servir de alimento para a colônia, especialmente durante o inverno.
Um Alimento Milenar: Registros arqueológicos, como pinturas rupestres na Espanha, sugerem que os humanos consomem mel há pelo menos 10.000 anos.
PIMENTA


Durabilidade Incrível: O mel é um dos poucos alimentos que praticamente não estraga. Arqueólogos já encontraram potes de mel em tumbas egípcias com milhares de anos e ainda comestíveis.
Variedade de Cores e Sabores: Existem mais de 250 tonalidades de mel, e a cor e o sabor dependem do tipo de flor de onde o néctar foi retirado. Por exemplo, o mel de laranjeira é claro e suave, enquanto o de eucalipto é mais escuro e forte.
Fonte de Energia Natural: Rico em glicose e frutose, o mel é uma excelente fonte de energia rápida, sendo ótimo para consumir antes ou depois de atividades físicas.
O Berço Americano
As pimentas do gênero Capsicum, que incluem desde as mais suaves até as mais ardidas, são originárias do continente americano. Evidências arqueológicas sugerem que elas já eram cultivadas há milhares de anos, com registros que datam de 7.500 a.C. As primeiras pimentas provavelmente surgiram em uma área que hoje corresponde à Bolívia e ao Peru, espalhando-se para o México e a América Central.
Os povos indígenas das Américas, como os que viviam no México e nos Andes peruanos, foram os primeiros a domesticar e utilizar as pimentas em sua alimentação diária, muito antes da chegada dos europeus. Para essas culturas, a pimenta era um ingrediente tão fundamental quanto o sal era para os europeus.

Nem todas as pimentas são "quentes": A picância de uma pimenta é medida na escala Scoville. Enquanto algumas, como a Carolina Reaper, atingem mais de 2 milhões de Unidades de Calor Scoville (SHU), outras, como o pimentão, têm 0 SHU e não são picantes.
A capsaicina é a fonte da picância: A sensação de queimação vem de um composto químico chamado capsaicina. Essa substância engana o cérebro, fazendo-o pensar que a boca está em contato com algo quente, ativando os receptores de dor.

Leite é o melhor antídoto: Se você comer uma pimenta muito picante, beber água não vai ajudar muito, pois a capsaicina é uma molécula à base de óleo. O leite ou produtos lácteos são mais eficazes porque a caseína, uma proteína do leite, ajuda a quebrar e dissolver a capsaicina.

TOP 10 MAIS FAMOSAS
-
Jalapeño: Uma das pimentas mais conhecidas e consumidas globalmente, com picância moderada. É versátil e usada em diversas culinárias, especialmente a mexicana e tex-mex.
-
Habanero: Conhecida por seu sabor frutado e picância intensa, é muito popular em pratos caribenhos, mexicanos e centro-americanos.
-
Pimenta Caiena: Geralmente usada em pó, é um tempero comum em muitas cozinhas ao redor do mundo, adicionando calor e cor a pratos salgados.
-
Pimenta-do-Reino (Black Pepper): Embora botanicamente diferente das pimentas Capsicum, é a especiaria mais consumida globalmente e fundamental em quase todas as culinárias.
-
Carolina Reaper: Reconhecida pelo Guinness World Records como uma das pimentas mais picantes do mundo, é famosa por sua extrema ardência e é frequentemente usada em desafios e molhos super picantes.
-
Bhut Jolokia (Ghost Pepper): Antiga detentora do título de pimenta mais picante do mundo, é originária da Índia e ainda muito popular entre os amantes de pimentas extremas.
-
Pimenta Malagueta: Muito popular no Brasil e em Portugal, é uma pimenta de picância considerável e sabor marcante, essencial em muitos pratos tradicionais.
-
Pimenta Dedo de Moça: Uma pimenta brasileira de picância média, muito utilizada em molhos, conservas e como tempero fresco.
-
Pimenta Biquinho: Uma pimenta brasileira pequena, com baixa picância e um sabor adocicado, ideal para aperitivos e saladas.
-
Pimenta Tabasco: Famosa por ser a base do icônico molho Tabasco, é uma pimenta picante e aromática, cultivada principalmente nos EUA.
Doce de Leite
Origem incerta, mas com forte tradição mineira: Embora a origem exata do doce de leite seja disputada por vários países, como Argentina e Uruguai, a tradição de sua produção em Minas Gerais é muito antiga, remontando ao século XVIII. A abundância de leite de qualidade na região favoreceu o desenvolvimento da iguaria


Uma possível origem "por engano": Uma das histórias sobre a criação do doce de leite, tanto na Argentina quanto em Minas Gerais, sugere que ele surgiu por um erro. Alguém teria esquecido o leite com açúcar no fogo, resultando em um creme amarronzado e delicioso.

Dia Mundial do Doce de Leite: A iguaria é tão apreciada que tem uma data própria. O Dia Mundial do Doce de Leite é comemorado em 11 de outubro, uma iniciativa que começou na Argentina
Versatilidade na culinária: O doce de leite mineiro não é consumido apenas puro. Ele é extremamente versátil, sendo usado como recheio de bolos, tortas, pães, crepes e até em sorvetes e milkshakes.

Premiado nacionalmente: O doce de leite produzido em Viçosa já foi eleito o melhor do Brasil por dez vezes no Concurso Nacional de Produtos Lácteos

Nascimento na Universidade Federal de Viçosa (UFV): A história do doce de leite Viçosa começa na década de 1970, com a criação de uma usina piloto de laticínios no campus da UFV. O objetivo era integrar ensino e pesquisa no curso de Laticínios. Inicialmente, a produção era para consumo interno da universidade
Gestão pela FUNARBE: A Fundação Arthur Bernardes (FUNARBE), instituída para apoiar a UFV, passou a gerenciar a usina piloto na década de 1980. Foi nesse período que o doce de leite começou a ser produzido com a qualidade que o tornaria famoso
Lançamento no mercado e adoção da marca: O Doce de Leite Viçosa foi lançado oficialmente no mercado em 1988. Em 1992, a marca "Viçosa" foi adotada para a comercialização dos produtos do laticínio, consolidando sua identidade

Recordista de premiações: O doce de leite Viçosa é o maior vencedor geral do Concurso Nacional de Produtos Lácteos (CNPL), considerando todas as categorias desde o ano 2000. Ele foi eleito o melhor do Brasil na categoria "Doce de leite pastoso" por dez vezes, em anos como 2001, 2004, 2006, 2008, 2011, 2012, 2013, 2015, 2016 e 2019.
Qualidade e controle científico: O segredo do sucesso do doce de leite Viçosa está na combinação de matéria-prima de alta qualidade (leite fresco de produtores selecionados da região) com um rigoroso controle técnico e científico. O processo de fabricação, que utiliza tachos de cobre, é supervisionado por professores e técnicos do Departamento de Tecnologia de Alimentos da UFV, garantindo precisão na temperatura e tempo de cozimento
Viçosa como Capital Estadual do Doce de Leite: Em 2023, a cidade de Viçosa foi oficialmente instituída como a Capital Estadual do Doce de Leite, um título que reflete o sucesso e a importância do produto para a região.


Variedade de sabores: Além do tradicional doce de leite puro, a linha Viçosa oferece outras opções deliciosas, como doce de leite com cacau, com coco e com café, explorando a versatilidade da iguaria
Salaminho
Origem Italiana, Coração Brasileiro:
A Disseminação Global
As pimentas americanas cruzaram oceanos com uma velocidade quase impetuosa. Em poucas linhas, o resumo:
Depois da chegada de Colombo às Américas, as pimentas foram levadas por espanhóis e portugueses para Europa, África e Ásia. No fim do século XV, já cresciam em mosteiros espanhóis e, no século XVI, se espalharam pela Itália, França e Alemanha. Começaram como plantas ornamentais, mas logo conquistaram as cozinhas. Pelas rotas portuguesas, chegaram à África e à Ásia, onde se tornaram ingredientes fundamentais em culinárias como a indiana, tailandesa, chinesa e coreana, gerando pratos clássicos como o vindaloo de Goa. Esse movimento global de plantas e culturas, conhecido como Intercâmbio Colombiano, redefiniu sabores pelo mundo e colocou ingredientes como a páprica na Hungria e as pimentas na Tailândia após 1492
2.

A tradição do salame foi trazida para o Brasil por imigrantes italianos no final do século XIX e início do século XX. Eles se estabeleceram principalmente nas regiões Sul e Sudeste, trazendo consigo as técnicas de produção de embutidos que foram passadas de geração em geração.
O que define o "Salaminho"?: O nome "salaminho" se refere principalmente ao seu tamanho e espessura menores em comparação com o salame tipo italiano. Além disso, seu sabor tende a ser mais suave.

Processo de Cura Rápido: Enquanto um salame italiano tradicional pode levar até 50 dias para curar, o salaminho tem um processo de maturação mais rápido, geralmente entre 15 e 30 dias.
Ingredientes Selecionados: Geralmente, o salaminho é feito com uma mistura de carne suína e bovina, além de toucinho. No entanto, produtores artesanais em Minas Gerais têm inovado, utilizando ingredientes do terroir local para criar sabores únicos.
Sugestão de Combinação "Mineiríssima"
Para uma experiência autenticamente mineira, sugiro a seguinte combinação em uma tábua:
Base: Fatias finas de salaminho artesanal mineiro.
Queijo: Pedaços de Queijo Canastra meia cura.
Agridoce: Uma pequena cumbuca com geleia de jabuticaba ou um fio de mel silvestre por cima.
Fruta: Figos frescos ou uvas para decorar e refrescar o paladar.
Toque Mineiro e o "Terroir": A charcutaria artesanal mineira tem se destacado por incorporar ingredientes regionais. Por exemplo, em Montes Claros, no norte de Minas, produtores utilizam castanha de baru para adicionar crocância e um sabor característico do cerrado. Em outras regiões, especiarias como a pimenta-de-macaco, também do cerrado, são usadas para aromatizar o produto
Técnicas que contam história: A charcutaria é, em sua essência, um conjunto de técnicas de conservação de carnes, como salga, cura e defumação, que surgiram em uma época sem refrigeração. Essas técnicas foram trazidas ao Brasil pelos portugueses e aprimoradas com a influência italiana.
Produção em larga escala com qualidade artesanal: O Laticínio Escola da UFV produz cerca de 115 mil quilos de doce de leite por mês, comercializados em todo o país. Apesar da escala industrial, o processo busca manter o sabor e a qualidade artesanal, com o apoio técnico científico da universidade
Certificação de segurança alimentar: O produto possui a certificação FSSC 22000, uma norma que atesta a produção do doce de leite dentro dos melhores padrões globais de Segurança de Alimentos, garantindo a qualidade e a confiança para o consumido
Nossa Missão e Valores
Compromisso com a Qualidade
Nosso objetivo é levar aos nossos clientes os melhores produtos da roça e de Minas Gerais, mantendo altos padrões de qualidade e autenticidade. Trabalhamos para preservar as tradições locais e promover a cultura alimentar da região.
Autenticidade
Preservando Raízes
Variedade
Diversidade em Sabores
Qualidade
Excelência Garantida
Tradição
Cultura Mineira em Cada Produto








